
A frenectomia é um procedimento cirúrgico que, embora simples, gera muitas dúvidas e ansiedade, especialmente quando o paciente é um bebê recém-nascido. Seja para corrigir a “língua presa” que dificulta a amamentação ou para fechar o espaço entre os dentes da frente (diastema), a tecnologia transformou completamente a forma como essa cirurgia é realizada. Na Flori Odontologia, localizada em Perdizes, São Paulo, realizamos a frenectomia labial ou lingual com tecnologia a laser de alta potência. Diferente do método tradicional com bisturi, o laser permite remover o excesso de tecido de forma rápida, segura e praticamente sem sangramento, proporcionando uma cirurgia minimamente invasiva e com recuperação acelerada .
Neste guia completo, baseado nas evidências científicas mais recentes, explicaremos em detalhes a diferença entre a frenectomia labial e lingual, quando cada uma é indicada, como funciona a cirurgia a laser e o que esperar do período de recuperação.
O Que é o Freio Labial e Lingual?
Antes de entendermos a cirurgia, é preciso compreender a anatomia. O freio (ou frênulo) é uma pequena prega de tecido mucoso que conecta os lábios, as bochechas ou a língua à gengiva e ao osso subjacente. Todos nós nascemos com esses freios, e eles têm a função de limitar o movimento excessivo dessas estruturas.
Existem dois tipos principais de freios que podem necessitar de intervenção cirúrgica:
- Freio Lingual: Localizado sob a língua, conectando-a ao assoalho da boca.
- Freio Labial: Localizado na parte interna dos lábios (superior e inferior), conectando-os à gengiva, geralmente entre os dentes centrais.
O problema ocorre quando esse tecido é muito curto, espesso ou possui uma inserção muito próxima aos dentes. Quando isso acontece, o freio restringe a mobilidade normal da língua ou dos lábios, causando problemas funcionais e estéticos que justificam a realização da frenectomia .
Frenectomia Lingual: A Solução para a “Língua Presa”

A anquiloglossia, popularmente conhecida como “língua presa”, é uma condição congênita que afeta entre 4% e 16% dos recém-nascidos . Ela ocorre quando o freio lingual é excessivamente curto ou espesso, impedindo que a língua se movimente livremente.
O Impacto na Amamentação
A principal e mais urgente indicação para a frenectomia lingual ocorre nos primeiros dias ou semanas de vida do bebê. Para que a amamentação seja eficiente e indolor, o bebê precisa estender a língua sobre a gengiva inferior para criar um selamento (vácuo) ao redor da aréola e extrair o leite através de movimentos ondulatórios.
Quando o bebê tem a língua presa, essa mecânica é prejudicada. Estudos clínicos demonstram que a anquiloglossia está diretamente associada a dificuldades severas na amamentação .
Sinais de que o bebê pode precisar de frenectomia lingual:
- Dificuldade de pega: O bebê não consegue manter a boca acoplada ao seio, soltando frequentemente.
- Estalos durante a mamada: O som de “clique” indica que o bebê está perdendo o vácuo de sucção.
- Mamadas exaustivas: O bebê mama por longos períodos, cansa-se rapidamente e parece sempre com fome, pois a extração de leite é ineficiente.
- Baixo ganho de peso: Consequência direta da dificuldade de extrair o leite posterior, mais rico em gorduras.
- Dor intensa para a mãe: A sucção incorreta causa atrito excessivo, resultando em fissuras, sangramento e dor severa nos mamilos, sendo uma das principais causas de desmame precoce .
Uma revisão sistemática recente confirmou que a frenectomia lingual melhora significativamente os resultados da amamentação, reduzindo a dor materna e aumentando a eficácia da pega do bebê .
O Impacto na Fala e no Desenvolvimento
Se a língua presa não for tratada na infância, os problemas podem se estender para o desenvolvimento da fala. A restrição de movimento dificulta a articulação de fonemas que exigem a elevação da ponta da língua, como as letras “T”, “D”, “N”, “L” e “R”.
Além disso, a posição baixa da língua na cavidade oral pode alterar o padrão de deglutição e influenciar negativamente o crescimento dos ossos maxilares, contribuindo para problemas ortodônticos e até mesmo distúrbios respiratórios do sono no futuro .
Frenectomia Labial: Correção de Diastema e Estética

Enquanto a frenectomia lingual é frequentemente uma questão de urgência funcional em bebês, a frenectomia labial (geralmente do lábio superior) está mais associada a questões ortodônticas e estéticas em crianças maiores, adolescentes e adultos.
A Relação com o Diastema
O diastema é o espaço indesejado entre dois dentes, sendo mais comum entre os incisivos centrais superiores (os dois dentes da frente). Uma das principais causas do diastema é a inserção baixa e espessa do freio labial superior.
Quando o freio se insere muito próximo ou até mesmo entre os dentes centrais, as fibras musculares exercem uma força de tração contínua. Essa força não apenas empurra os dentes para os lados, criando o espaço, mas também impede que eles se juntem naturalmente .
Indicações para a frenectomia labial:
- Fechamento de diastema: Muitas vezes, a cirurgia é indicada pelo ortodontista (como a Dra. Juliana Flório) antes, durante ou após o uso do aparelho ortodôntico, para garantir que o espaço fechado não volte a abrir (recidiva) .
- Prevenção de retração gengival: A tração constante do freio pode puxar a gengiva para baixo, expondo a raiz do dente e causando sensibilidade.
- Dificuldade de higienização: Um freio muito proeminente pode dificultar a escovação adequada da região anterior, favorecendo o acúmulo de placa bacteriana.
- Adaptação de próteses: Em pacientes idosos, um freio labial espesso pode desestabilizar próteses totais (dentaduras), exigindo a sua remoção.
Frenectomia a Laser vs. Bisturi Convencional

Historicamente, a frenectomia era realizada com o uso de bisturi (lâmina fria). O cirurgião cortava o tecido, controlava o sangramento com compressas e, em seguida, suturava a ferida com pontos que precisavam ser removidos dias depois.
Hoje, a frenectomia a laser de alta potência (como o laser de diodo) é considerada o padrão-ouro para este procedimento, oferecendo vantagens clínicas comprovadas cientificamente em relação à técnica convencional .
1. Ausência de Sangramento (Hemostasia)
A maior vantagem do laser é a sua capacidade de cortar e cauterizar os vasos sanguíneos simultaneamente. O feixe de luz sela os capilares no exato momento da incisão. Um ensaio clínico randomizado recente demonstrou que o sangramento intraoperatório é significativamente menor (quase nulo) no grupo tratado com laser em comparação ao grupo tratado com bisturi . Isso proporciona ao dentista uma visão perfeitamente limpa do campo cirúrgico, aumentando a precisão.
2. Sem Necessidade de Pontos
Como não há sangramento ativo e as bordas da ferida são seladas pelo laser, a necessidade de suturas (pontos) é eliminada na grande maioria dos casos . Para bebês e crianças, isso significa que não haverá o trauma de uma segunda consulta apenas para a remoção dos pontos.
3. Recuperação e Cicatrização Aceleradas
O laser possui um efeito bioestimulador nas células, promovendo uma regeneração tecidual mais rápida. Estudos confirmam que a cicatrização dos tecidos aos 7 e 30 dias pós-operatórios é significativamente mais rápida e de melhor qualidade nos pacientes submetidos à cirurgia a laser .
4. Mínimo Desconforto Pós-Operatório
O corte a laser sela as terminações nervosas da região operada, o que reduz drasticamente a transmissão de sinais de dor. Ensaios clínicos mostram que os escores de dor relatados pelos pacientes (ou pelos pais, no caso de bebês) são significativamente menores no grupo do laser, tanto imediatamente após a cirurgia quanto nos dias subsequentes, reduzindo a necessidade de medicamentos analgésicos .
5. Esterilização do Campo Cirúrgico
A alta temperatura gerada pelo feixe de laser no ponto de contato elimina bactérias e outros microrganismos presentes na região, reduzindo drasticamente o risco de infecções pós-operatórias .
A Importância da Equipe Multidisciplinar
O sucesso do tratamento da anquiloglossia e do diastema não depende apenas da habilidade do cirurgião-dentista. A abordagem moderna e baseada em evidências exige uma equipe multidisciplinar trabalhando em conjunto para garantir o melhor resultado funcional para o paciente.
O Papel do Odontopediatra
O odontopediatra é o especialista responsável por avaliar a anatomia oral da criança, indicar a necessidade cirúrgica e realizar a frenectomia a laser com técnicas de manejo comportamental adequadas para a idade. Na Flori Odontologia, nossas especialistas garantem que o procedimento seja o menos traumático possível, utilizando protocolos de sedação consciente quando necessário.
O Papel do Fonoaudiólogo
Especialmente nos casos de língua presa, o fonoaudiólogo é fundamental tanto no pré quanto no pós-operatório. Antes da cirurgia, ele avalia o impacto do freio na fala, na mastigação e na deglutição. Após a cirurgia, o fonoaudiólogo prescreve exercícios específicos (mioterapia) para reeducar a musculatura da língua, garantindo que ela aprenda a se movimentar livremente na sua nova amplitude. Sem essa reabilitação, a criança pode continuar usando os padrões musculares antigos, limitando os benefícios da cirurgia .
O Papel do Consultor de Lactação
Para bebês com dificuldades de amamentação, o consultor de lactação trabalha em conjunto com a mãe para corrigir a pega, ajustar as posições de amamentação e estimular a produção de leite. Muitas vezes, o acompanhamento com o consultor logo após a frenectomia é o que garante o sucesso do retorno ao aleitamento materno exclusivo .
O Papel do Ortodontista
Nos casos de frenectomia labial para correção de diastema, o ortodontista (como a Dra. Juliana Flório) planeja o momento ideal para a cirurgia. Em alguns casos, a cirurgia é feita antes de colocar o aparelho; em outros, é feita durante o tratamento, logo após o fechamento do espaço, para evitar a recidiva .
Como é Feito o Diagnóstico da Língua Presa?
O diagnóstico da anquiloglossia não deve ser baseado apenas na aparência visual do freio lingual. Um freio que parece curto não necessariamente causa problemas funcionais, e um freio que parece normal pode estar oculto (anquiloglossia posterior) e causar dificuldades severas na amamentação.
Por isso, o diagnóstico padrão-ouro envolve uma avaliação funcional completa, geralmente realizada por uma equipe multidisciplinar que pode incluir o odontopediatra, o fonoaudiólogo e o consultor de lactação.
Protocolos de Avaliação Validados
Existem diversas ferramentas clínicas validadas cientificamente para avaliar a função da língua em bebês. As mais utilizadas incluem:
- Protocolo de Avaliação do Frênulo da Língua em Bebês (Teste da Linguinha): Obrigatório por lei nas maternidades brasileiras, este teste avalia tanto os aspectos anatomofuncionais (postura dos lábios, formato da ponta da língua) quanto a sucção não nutritiva e nutritiva durante a amamentação.
- Hazelbaker Assessment Tool for Lingual Frenulum Function (HATLFF): Uma ferramenta internacional que pontua a aparência e a função da língua, ajudando a determinar se a frenectomia é estritamente necessária.
- Bristol Tongue Assessment Tool (BTAT): Um método simplificado que avalia a aparência da ponta da língua, a fixação do freio na gengiva inferior, a elevação da língua com a boca aberta e a protrusão da língua sobre a gengiva inferior.
A avaliação cuidadosa com essas ferramentas é fundamental para evitar tanto o subdiagnóstico (deixar um bebê sofrer com dificuldades de amamentação) quanto o superdiagnóstico (realizar cirurgias desnecessárias em freios que não causam impacto funcional).
Mitos e Verdades Sobre a Frenectomia
A desinformação sobre a frenectomia, especialmente em bebês, é comum e pode gerar ansiedade desnecessária nos pais. Vamos esclarecer os principais mitos com base em evidências científicas:
“A língua presa se resolve sozinha com o tempo.”
Mito. O freio lingual é composto por tecido conjuntivo fibroso e denso, que não estica ou se rompe espontaneamente com o crescimento da criança. Se o freio for curto e espesso o suficiente para causar restrição de movimento, a intervenção cirúrgica é a única forma de liberar a língua . O que pode acontecer é a criança desenvolver adaptações musculares compensatórias para falar ou engolir, o que frequentemente resulta em problemas ortodônticos ou fonoaudiológicos no futuro.
“A cirurgia a laser em bebês requer anestesia geral.”
Mito. A frenectomia a laser em bebês é um procedimento extremamente rápido (geralmente dura menos de 5 minutos) e minimamente invasivo. Na grande maioria dos casos, utiliza-se apenas um anestésico tópico (pomada) ou uma quantidade mínima de anestesia local. A anestesia geral ou sedação profunda raramente é necessária para bebês, sendo reservada para casos muito específicos ou crianças maiores que não conseguem colaborar .
“Cortar o freio labial vai fechar o diastema imediatamente.”
Mito. A frenectomia labial remove a causa mecânica que mantém os dentes afastados (o tecido fibroso entre eles). No entanto, a cirurgia por si só não movimenta os dentes. Em crianças pequenas, o espaço pode se fechar naturalmente com a erupção dos dentes permanentes adjacentes (caninos). Em adolescentes e adultos, a frenectomia geralmente precisa ser combinada com o tratamento ortodôntico (aparelho) para fechar o espaço de forma ativa e permanente .
“A frenectomia a laser não sangra e não leva pontos.”
Verdade. Como detalhado anteriormente, o laser de alta potência corta e coagula simultaneamente. Isso resulta em um campo cirúrgico limpo, sem sangramento ativo, e elimina a necessidade de suturas na esmagadora maioria dos procedimentos .
Como é o Pós-Operatório e a Recuperação?

A recuperação da frenectomia a laser é notavelmente tranquila. Em média, o tecido cicatriza completamente entre 7 e 14 dias, mas o paciente pode retornar à sua rotina normal quase imediatamente.
Para bebês (Frenectomia Lingual):
- A amamentação pode (e deve) ser retomada imediatamente após o procedimento. O leite materno contém anticorpos que auxiliam na cicatrização.
- É comum que o bebê chore por alguns minutos após o procedimento, mais pelo incômodo da contenção do que pela dor em si.
- A mãe frequentemente nota uma melhora imediata na qualidade da pega e redução da dor nos mamilos já na primeira mamada pós-cirúrgica .
Para crianças e adultos (Frenectomia Labial):
- Alimentação: Nas primeiras 48 horas, recomenda-se uma dieta pastosa e fria/ambiente. Evite alimentos duros, crocantes, muito quentes, ácidos ou apimentados que possam irritar a área.
- Higiene Oral: A escovação deve continuar normalmente, mas com movimentos muito suaves na região operada. O uso de enxaguantes bucais sem álcool pode ser recomendado pelo dentista.
- Repouso: Não é necessário repouso absoluto, mas recomenda-se evitar atividades físicas intensas nas primeiras 24 a 48 horas para prevenir inchaços.
- Aparência da ferida: É normal que a área operada fique com uma coloração esbranquiçada ou amarelada nos primeiros dias. Isso não é pus, mas sim a fibrina, uma proteína natural do corpo que age como um “curativo biológico” durante a cicatrização.
Quanto Custa a Frenectomia a Laser?
O valor da frenectomia a laser pode variar dependendo da complexidade do caso (labial ou lingual), da idade do paciente (bebês exigem protocolos específicos de odontopediatria) e da necessidade de sedação consciente.
O investimento para a cirurgia a laser em São Paulo varia, em média, entre R$ 1.500,00 e R$ 2.500,00. Este valor normalmente inclui a consulta de avaliação, o procedimento cirúrgico com equipamento de laser de alta potência e a consulta de acompanhamento pós-operatório.
Embora o custo seja ligeiramente superior ao da técnica tradicional com bisturi, os benefícios em termos de segurança, ausência de pontos, recuperação sem dor e cicatrização acelerada justificam plenamente o investimento, especialmente quando se trata do conforto de bebês e crianças.
Perguntas Frequentes (FAQ) Sobre Frenectomia a Laser
Para complementar este guia, reunimos as dúvidas mais comuns dos nossos pacientes sobre a cirurgia de frenectomia labial e lingual.
1. A frenectomia labial a laser dói para o bebê?
O procedimento é praticamente indolor, especialmente quando comparado ao método tradicional com bisturi. O laser sela as terminações nervosas instantaneamente, o que reduz drasticamente a transmissão de dor. Utilizamos anestesia local adequada para a idade e o peso do bebê, garantindo total conforto durante a cirurgia. No pós-operatório, o desconforto é mínimo e facilmente controlado com analgésicos leves prescritos pela odontopediatra .
2. Quanto tempo demora a cirurgia?
A cirurgia em si é extremamente rápida. O tempo de uso do laser geralmente não ultrapassa 2 a 5 minutos. No entanto, a consulta completa dura em média 30 a 45 minutos, pois inclui o tempo de acolhimento do paciente (ou dos pais), a aplicação da anestesia, as orientações pós-operatórias e, no caso de bebês, o acompanhamento da primeira mamada logo após o procedimento.
3. A frenectomia resolve o diastema?
A frenectomia remove o obstáculo físico (o freio espesso) que impede os dentes de se juntarem. Em alguns casos infantis, a remoção do freio permite que os dentes se aproximem naturalmente com o crescimento. Porém, na maioria dos adolescentes e adultos, a frenectomia deve ser associada ao tratamento ortodôntico para movimentar os dentes e fechar o espaço definitivamente. A cirurgia garante que o espaço não volte a abrir após a remoção do aparelho .
4. O freio pode crescer novamente após a cirurgia?
A recidiva (o freio voltar a crescer e colar novamente) é rara, mas pode acontecer, especialmente se os exercícios pós-operatórios não forem realizados corretamente. No caso da frenectomia lingual, a movimentação ativa da língua (como a amamentação imediata) ajuda a evitar que as bordas da ferida se unam novamente. A técnica a laser também apresenta taxas de recidiva menores em comparação ao bisturi, devido à forma como o tecido cicatriza .
5. Qual a diferença entre frenotomia e frenectomia?
Embora os termos sejam frequentemente usados como sinônimos, há uma diferença técnica. A frenotomia é um simples “pique” ou incisão no freio para liberar a tensão (muito comum em recém-nascidos). A frenectomia é a remoção completa do freio e de sua inserção no osso subjacente. Na prática clínica moderna com laser, o procedimento realizado garante a liberação completa e definitiva do tecido, independentemente da nomenclatura utilizada.
6. Meu filho tem a língua presa, mas já fala normalmente. Ele precisa operar?
Nem toda anquiloglossia requer cirurgia. Se a criança tem o freio curto, mas não apresenta dificuldades na amamentação, mastigação, deglutição, fala ou problemas ortodônticos, a cirurgia pode não ser necessária. A indicação é sempre baseada no impacto funcional, não apenas na aparência anatômica. Uma avaliação com a odontopediatra e o fonoaudiólogo é essencial para tomar essa decisão .
7. Posso comer normalmente após a frenectomia labial?
Nos primeiros 2 a 3 dias, recomenda-se uma dieta pastosa, fria ou em temperatura ambiente (sorvetes, iogurtes, purês, sopas frias). Alimentos quentes, duros, crocantes (como salgadinhos ou torradas), ácidos ou muito temperados devem ser evitados, pois podem irritar a ferida cirúrgica, causar dor ou até mesmo lesionar o tecido em cicatrização. Após esse período inicial, a dieta normal pode ser retomada gradativamente conforme a tolerância do paciente.
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